HOMEM-ARANHA NO ARANHAVERSO

O que dizer da obra de animação mais bela e original dos últimos tempos? Tudo é lindo, novo, cuidadoso e criativo. Diverte crianças e encanta adultos ao mesmo tempo. É incrivelmente melhor do que muitos filmes de herói live-action. Oscar mais do que merecido. Excelente! Nota 10
STAN & OLLIE: O GORDO E O MAGRO:
UMA NOVA CHANCE:

Um filme decente, do tipo que anda fazendo falta. Puro, desinteressado, como muito se fez nos anos 80. A história é agradável embora tudo seja muito previsível, o que não o torna um filme ruim, apenas do tipo pra combinar com pipoca e guaraná. Possui uma virada muito bonita no plot, mas entregam de forma meio displicente. Mas no geral, também recomendável. Nota 6,5
THE FRONT RUNNER; O FAVORITO:

Formidável Não importa se você gosta de política ou não, esse filme vai te ganhar do início ao fim. Um thriller eletrizante de ótima qualidade onde Hugh Jackman está mais do que convincente e traz uma noção muito honesta do drama vivido por Gary Hart. Recomendado também pedagogicamente para todos os homens deste mundo. Tudo é forte,detalhado e mostra o primor da direção de Jason Reitman, mas o produto final apresenta falhas que deixam buracos na trama, especialmente para quem não possui muita afinidade com a política norte-americana, o que torna a obra muito mais local e documentária, o que é um erro. Nota 8,5.
VIDRO:

Sou suspeito pra falar porque sou fã de Shyamalan, o que me deixa chateado ao ser obrigado a dizer que o filme não entrega tudo o que promete apesar de ser ótimo. Ganha ponto por ser uma inovação para o gênero sendo uma sequência direta de "Corpo Fechado" e "Fragmentado". Traz reflexões excelentes, mas o roteiro é muito dependente dos outros filmes, o que torna o filme desinteressante em alguns momentos. Apesar disso ainda consegue ser uma obra imperdível. James Macavoy atua demais!. Nota 8.
A VIDA EM SI:

Esse filme me deixou sem palavras. Não consegui me conter de entusiasmo ao ver um roteiro tão perfeito. Que texto brilhante!!! Preciso recomendar este filme relativamente esquecido para o maior número de românticos que eu puder encontrar. Possui uma capacidade rara de se misturar entre o doce e o melancólico com perfeição. Além da narrativa assombrosamente linda, tem um trabalho de edição criativo e genial. É a mais pura poesia visual numa tela (seja a sua grande ou pequena, assista) como só se vê de tempos em tempos em um filme do gênero. Independente de onde esteja ou com quem esteja, ao final, só o que se quer é aplaudir. Nota 10
CREED 2:
Lindo! Quebra o paradigma de que as sequências não conseguem manter a qualidade do primeiro filme! Como é agradável ver Silvester Stallone tão bem como o velho Rocky e Michael B. Jordan assumindo de vez o protagonismo da franquia. Impressiona porque consegue não ser repetitivo usando uma base consagrada, o que é algo muito difícil de fazer. Vale a pena. Nota 9
CAPITÃ MARVEL:

Bom. Um filme agradável de se ver, apresenta a personagem de um modo digno e novo para o gênero, mas muito aquém do que a Marvel vinha entregando. Esperava-se mais justamente por ser o primeiro filme de sua heroína mais poderosa. Deixou a desejar e mostrou que a "fórmula Marvel" não vai se vender sozinha por mais tanto tempo. Nota 7
CÓPIAS; DE VOLTA À VIDA:
Infelizmente um filme barato demais para um roteiro ótimo com tanto potencial. A computação gráfica chega a constranger um pouco. É frustrante porque a ideia é ótima e perderam a oportunidade de investirem num arco dramático mais forte para Keanu Reeves que acaba não entregando muito bem quando é exigido, então compromete. No geral um filme ótimo com pipoca numa tarde de Sábado. Se você não prestar atenção em detalhes verá um filme legal que vale a pena. Nota 6,5
QUERIDO MENINO:

Lindo! Uma história intensa que te corta o coração além de ser bem pedagógico diante de um tema grave. Capaz de te provocar sentimentos de tristeza, raiva, decepção mas, claro, empatia. É ótimo ver a atuação de Steve Carrell e do jovem Timothee Chalamet, que levam a história maravilhosamente bem. A única falha é a forma estabanada como os eventos se encaminham para o final, o que que acaba comprometendo a obra de um modo geral. Recomendo em especial para PAIS e educadores. Nota 9
VICE:

O meu hype em cima deste filme era tão grande, mas acabou sendo levemente decepcionante pois eu esperava mais. A construção das coisas é meio lenta e tira rapidamente o interesse, especialmente de quem não gosta tanto do gênero, os eventos acontecem e você diz: OK. Não é ruim, ainda mais se considerar a atuação de Christian Bale e Amy Adams que como sempre dão um baile, mas é muito pouco para o que o filme prometia como um todo. Nota 6,5
ALITA- ANJO DE COMBATE:

Talvez um dos filmes mais subestimados de 2019. Quase tão belo e encantador quanto "Jogador Nº1". As cenas de ação são arrebatadoras e os efeitos especiais são a pura marca registrada de James Cameron: criativo e envolvente. Todo o universo da personagem é muito bem tratado e convincente, mas o roteiro se perde do meio pra frente e as coisas caminham pra uma conclusão levemente decepcionante, mas no geral, um ótimo filme do gênero que poucas pessoas viram. Nota 8
CASAL IMPROVÁVEL:

Decepcionante! Foi duro demais ver o quanto foram capazes de estragar uma ótima ideia cheia de potencial para um belo filme do gênero. Quando você pensa que as coisas vão andar, perdem o rumo com cenas desnecessárias e apelativas. Jogaram fora um plot maravilhoso que me entusiasmou inserindo coisas idiotas no roteiro e desperdiçaram o talento de Charlize Theron e Seth Rogen para algo que tinha tudo para ser um clássico, mas parece que não acreditaram na ideia original e perderam a mão. Nota 4
SE A RUA BEALE FALASSE:
Muito bom! O filme tem muitas surpresas agradáveis e a história é contada com tanto carinho que te pega pela mão até o final. A obra bagunça suas estruturas em boa parte do tempo e a trilha sonora cai como uma luva num compasso belo e poético,porém a direção erra ao enfatizar o tema forte e necessário e as atuações impecáveis como algo suficiente para o filme terminar de maneira perfeita, o que não acontece. Nota 9.
DETETIVE PIKACHU:
Divertidíssimo!
É impressionante a forma criativa que adaptaram o universo Pokemon para live-action, o que causava certo temor, mas acertaram na mosca e equilibraram uma boa história, capaz de cativar até mesmo quem não é fã antigo da franquia. Não chega a ser um filme maravilhoso, mas pode vencer o medo e assistir. Vale a pena. Nota 7,5
GREEN BOOK:
.Brilhante! Uma das coisas mais lindas do ano! A obra toca em feridas abertas de um jeito sensível e respeitoso, traz uma bela reflexão e todo o plot é bem simples e subestimado desde o princípio, mas os eventos que se seguem entregam algo simplesmente perfeito. Trata-se de um trabalho episódico tão esteticamente minucioso que é impossível não te deixar maravilhado. Viggo Mortensen e Mahershala Ali estão assustadoramente incríveis nos papéis. Oscar de melhor filme mais do que merecido. Nota 10.
A MORTE TE DÁ PARABÉNS 2:

O filme se assume como comédia, o que não é um elogio para este caso, uma vez que a dose de humor foi usada claramente para atender ao público jovem que rendeu a boa bilheteria do primeiro filme,mas torna tudo desinteressante, mesmo quando há reviravoltas, porque o filme não se leva a sério. Há boas cenas e algumas boas ideias, é verdade, só que exageraram e pagaram um preço caro de um filme mediano que não supera o original. Nota 5,5
WI-FI RALPH:

Mais uma sequência que não consegue superar a obra original, o que não faz com que deixe de ser algo bonito de se ver. É alegre, puro e uma história cativante, apesar de não ter a mesma força do primeiro filme, mas uma animação de primeira, que apesar de não ser uma obra prima, aquece o coração. Nota 8,5
O RETORNO DE BEN:
Outro filme subestimado de 2019. Muito bonito de se ver e do tipo que dará um nó na sua garganta .Enfrenta um tema grave de um jeito tão sincero, na cara e na coragem e possui uma narrativa extremamente pedagógica. Apenas o roteiro derrapa um pouco, mas Julia Roberts está magnífica no papel. Recomendo fortemente para todas as MÃES! Nota 9
NÓS:
Excelente! Tanto para fãs do gênero, quanto para quem não gosta, pois traz um reflexão muito bem aplicada que mostra que a mão de Jordan Peele veio pra ficar. Realmente é possível prender a respiração em muitos momentos, mas não chega a ser um thriller de suspense impecável como "Um lugar silencioso". Tudo é muito bem construído e organizado,todavia a bela crítica social não se garante sozinha. Algo inovador, original, mas não perfeito. Nota 9,5
PLUS ONE:
Ótimo! Sabe aquele filme perdido que ninguém te indica e ninguém sabia que existia? Pois é. Um romance agradável de se ver e quando menos percebe, se mostra fora da curva clichê do gênero. Mesmo apresentando coisas esperadas, consegue ser original e vai bem além do que normalmente se entrega. A pegada é um pouco lenta e reflexiva, não é tão profundo quanto se pretende, mas no geral você sente que valeu arriscar assistir. Nota 7.
SHAZAM!

Que coisa gostosa! Pegue seus filhos, chame os sobrinhos, junte o seu amor, a família, porque é um filme FELIZ. Tal como nos tempos de John Hugges com "Esqueceram de mim", "Quem vê cara, não vê coração", "Clube dos Cinco" etc. é um filme agradável, para a família ver e rever. Tudo isso no gênero de herói. Só teve a infelicidade de estrear muito perto de VINGADORES e perder alguns milhões que merecia a mais na bilheteria. É claro que não é algo sensacional, inovador, nem um blockbuster de arrepiar, mas um filme feliz que aquece seu coração! Nota 8,5
CALMARIA:

A história é interessante. Os eventos te levam de modo a se importar com o que está prestes a acontecer; um filme com uma boa ideia, mas mal executada. Não chega a ser ruim, mas entrega coisas não muito fáceis de digerir. Nota 6
VINGADORES; ULTIMATO:
Não tenho outra palavra para definir senão APOTEÓTICO! A Marvel sabia que este filme se venderia sozinho e que não precisava se esforçar para gerar expectativas. Pois bem..supera! É um marco histórico para o gênero porque entrega o espetáculo que o fã quer ver, faz rir, faz chorar e faz ficar sem palavras. Os irmãos Russo premiam a todos os que passaram 11 anos e 21 filmes acompanhando a Saga do Infinito com a mais bela cereja do bolo da franquia e promovem o apse da cultura nerd com um blockbuster digno. A experiência que o cinema do século 21 vai precisar oferecer de tempos em tempos para seguir vivo e mostrando que a tela grande ainda é insuperável! Nota 10
SUPREMA:
Ótimo filme, trata um tema tão bonito e a história de um mulher tão sensacional de um jeito bom, mas vende uma grandiosidade que não entrega. Apesar disso é uma obra bonita, com alguns lampejos de brilhantismo e o produto final é satisfatório. Recomendado para advogados e amantes da Política. Nota 7.
X-MEN; FÊNIX NEGRA:

Como todo filme da Fox para o gênero de herói, se despede dos mutantes da maneira como seguiu: sem grandes feitos, sem nada tão marcante mas ainda assim um bom filme. Longe da porcaria que pintam, mas também um pouco aquém do que se espera de uma franquia tão querida, que depois de "Dias de um Futuro Esquecido" não foram capazes de superar. Trouxeram de volta para o cinema de maneira prematura a mais importante de suas sagas, o que foi um grave erro estratégico, apesar de Sophie Turner ter dado conta do recado no papel, mas não foi o suficiente, porque alguns outros personagens muito queridos da franquia são subaproveitados e outros simplesmente somem. E a receita de sucesso de X-Men sempre foi o conjunto da obra, o que não funciona neste caso. No geral, uma aventura boa de se ver mas que não deixa o fã tão triste com a despedida desta formação, o que não é de todo ruim, porque agora a Marvel Studios não terá obstáculos para criar algo novo. Nota 7
Muito bom! Faz um ótimo proveito da base já consagrada da franquia e não decepciona. Não permite em nenhum momento que você sinta saudade de Will Smith e Tommy Lee Jones e prova que a marca se vende sozinha como um grande barato. A trama é interessante, é conduzida de modo decente, não complica para quem assiste, mas apesar de tudo não chega a ser sensacional. Diverte, agrada, mas não há muita profundidade. Entregam um ótimo entretenimento, o que não é ruim, mas não foge muito disso. Nota 8

Mesmo que você não queira, o filme vai cativando até te ganhar por completo. Começa tão despretensioso que não dá pra prever que se trata de algo bonito e feito de um jeito cuidadoso. Algumas cenas fazem uso de uma licença poética interessante, mas eventualmente te tira do drama perdendo o tom em alguns momentos para tentar ser menos duro do que é. Algumas soluções são meio forçadas mas você compra em nome da arte, mas não em nome da coerência da obra. Apesar de deixar a desejar no roteiro,no geral é um filme belo e bem construído onde o texto cativante compensa algumas coisas. Passa. Nota 7,5

Extraordinário!!! Cada um dos 3 atos é arrebatador: Você simplesmente não respira boa parte do tempo e às vezes te aperta o coração por saber que se trata de uma história real. É capaz de extrair de você uma série de sentimentos e reflexões ao mesmo tempo. O suspense te tira da cadeira, te angustia e traz lições confrontadoras. Impossível ficar indiferente por mais que tente, pois é uma das coisas mais espetaculares do ano. Nota 10

Surpreendentemente espetacular! O filme consegue superar a difícil tarefa de um live action de tornar interessante uma obra já consagrada na animação. O tempo todo se assiste sorrindo ou fazendo uma cara impressionada de "nada mau". Atende crianças, alegra, ensina lições aos adultos e é diversão para toda a família. A adaptação é simplesmente perfeita, a fotografia é de encher os olhos e os números musicais são arrebatadores. Só peca na edição, porque o timing de algumas canções falha um pouco e te tiram da cena, mas não compromete. Em tempo: Will Smith é o cara, vou te contar. Nota 9,5

Não oferece toda a maravilha que prometeu nos trailers, mas também fica longe do fiasco que muitos pintaram após a estréia. Um filme satisfatório para o gênero, o que não é nada ruim. Apresenta um espetáculo visual que o primeiro nem havia chegado perto: tanto de efeitos quanto de fotografia.enche os olhos do início ao fim, contanto que não se considere muito os eventos paralelos aos monstros. Não houve muito interesse em aproveitar de maneira correta o talento de Vera Farmiga nem a estrela teen em ascensão Millie Bobbie Brown para melhorar um pouco. Como os monstros são o grande barato, você meio que aceita o roteiro mediano. Feito mais para ser um grande evento para IMAX, 4DX, deixa o sentimento de que poderiam ter caprichado um pouquinho mais, mas não deixa de ser ÓTIMO! Nota 8

Apresenta uma proposta interessante e em alguns momentos se aproxima do brilhantismo, mas oscila muito e tenta se garantir na edição quando a cena não se vale por si só. Levanta questões muito válidas e consegue ser tocante. Perfeito com filme didático para certos assuntos, mas o conjunto da obra se perde num texto bonito, mas sem muita objetividade. Apesar de tudo, consegue ser um filme gostoso de ver. Nota 6.
Que filme decente! Do tipo que não te permite sair para fazer coisa alguma. Exige bastante da sua atenção, o que é primordial para um thriller policial de suspense. Cumpre o seu papel e ainda se preocupa com a fotografia mesmo ambientado onde não é tão exigido nesse aspecto. Os eventos vão se desenrolando e não dá para simplesmente parar de assistir. Traz de volta um gênero que está perdendo espaço nas salas de cinema nos últimos anos com,absoluta competência. Perde-se um pouco na edição e alguns arcos individuais de personagens ficam meio soltos na trama, mas a rigor é muito bom. Nota 7,5 TURMA DA MÔNICA; LAÇOS
Que presente maravilhoso! Conclamo aos pais de crianças, mesmo que você não tenha sido fã dos quadrinhos na sua infância a assistir junto com seus pequenos a mais encantadora obra brasileira para o público infantil. Se você tiver sido fã, se prepare para se emocionar que ele vai te fazer voltar no tempo Uma direção primorosa, onde tudo é feito com um carinho imenso e a escolha das crianças é irretocável (fiquem atentos à "Magali". O texto não a beneficia tanto, mas aquela menina é talento. Aguardem e me cobrem). Sem mencionar a cena do Rodrigo Santoro que te tira do chão, além de outras coisas tão divertidas, adequadas ao gênero e respeitosas com quem é fã. Easter eggs dos quadrinhos, participações e aparições simplesmente acabaram comigo que fui alfabetizado com o gibi. O filme só me perdeu em dois momentos que considerei escolhas erradas no roteiro, mas no geral consegue mostrar o "nosso universo Marvel", nossos heróis brasileiros criados pelo nosso "Stan Lee" Mauricio de Sousa. Obrigado por marcar a minha vida e 30 anos depois fazer esse filme! Nota 9,5 TUDO O QUE TIVEMOS
CONSEQUÊNCIAS:
HOMENS DE PRETO INTERNACIONAL

A CINCO PASSOS DE VOCÊ:

Mesmo que você não queira, o filme vai cativando até te ganhar por completo. Começa tão despretensioso que não dá pra prever que se trata de algo bonito e feito de um jeito cuidadoso. Algumas cenas fazem uso de uma licença poética interessante, mas eventualmente te tira do drama perdendo o tom em alguns momentos para tentar ser menos duro do que é. Algumas soluções são meio forçadas mas você compra em nome da arte, mas não em nome da coerência da obra. Apesar de deixar a desejar no roteiro,no geral é um filme belo e bem construído onde o texto cativante compensa algumas coisas. Passa. Nota 7,5
ATENTADO AO HOTEL TAJ MAHAL

Extraordinário!!! Cada um dos 3 atos é arrebatador: Você simplesmente não respira boa parte do tempo e às vezes te aperta o coração por saber que se trata de uma história real. É capaz de extrair de você uma série de sentimentos e reflexões ao mesmo tempo. O suspense te tira da cadeira, te angustia e traz lições confrontadoras. Impossível ficar indiferente por mais que tente, pois é uma das coisas mais espetaculares do ano. Nota 10
ALADDIN:

Surpreendentemente espetacular! O filme consegue superar a difícil tarefa de um live action de tornar interessante uma obra já consagrada na animação. O tempo todo se assiste sorrindo ou fazendo uma cara impressionada de "nada mau". Atende crianças, alegra, ensina lições aos adultos e é diversão para toda a família. A adaptação é simplesmente perfeita, a fotografia é de encher os olhos e os números musicais são arrebatadores. Só peca na edição, porque o timing de algumas canções falha um pouco e te tiram da cena, mas não compromete. Em tempo: Will Smith é o cara, vou te contar. Nota 9,5
JOHN WICK 3; PARABELLUM:
Bom filme. Consegue superar o segundo com ampla vantagem. Algumas cenas, como esperado, são um verdadeiro show coreográfico. Keanu Reeves compensa sua limitação dramática no tipo de roteiro que não exige muito dele nesse quesito, mas também protagoniza lutas impecáveis. Funciona como entretenimento para curtir sem muita reflexão envolvida: a violência é um pouco mais severa e exagerada, mas não chega a comprometer tanto. A história se leva daquele jeito simplista de sempre, insere elementos que agradam, preenchem a tela, mesmo não tendo a pretensão de convencer muito. O filme entrega o que se espera e melhora em alguns aspectos, se consagrando de vez como franquia de ação. Um presente para os apaixonados do gênero. Nota 6,5
GODZILLA II: REI DOS MONSTROS:

Não oferece toda a maravilha que prometeu nos trailers, mas também fica longe do fiasco que muitos pintaram após a estréia. Um filme satisfatório para o gênero, o que não é nada ruim. Apresenta um espetáculo visual que o primeiro nem havia chegado perto: tanto de efeitos quanto de fotografia.enche os olhos do início ao fim, contanto que não se considere muito os eventos paralelos aos monstros. Não houve muito interesse em aproveitar de maneira correta o talento de Vera Farmiga nem a estrela teen em ascensão Millie Bobbie Brown para melhorar um pouco. Como os monstros são o grande barato, você meio que aceita o roteiro mediano. Feito mais para ser um grande evento para IMAX, 4DX, deixa o sentimento de que poderiam ter caprichado um pouquinho mais, mas não deixa de ser ÓTIMO! Nota 8
TODAS AS PEQUENAS COISAS:
Apresenta uma proposta interessante e em alguns momentos se aproxima do brilhantismo, mas oscila muito e tenta se garantir na edição quando a cena não se vale por si só. Levanta questões muito válidas e consegue ser tocante. Perfeito com filme didático para certos assuntos, mas o conjunto da obra se perde num texto bonito, mas sem muita objetividade. Apesar de tudo, consegue ser um filme gostoso de ver. Nota 6.
NIGHT HUNTER (NOMIS):
Que presente maravilhoso! Conclamo aos pais de crianças, mesmo que você não tenha sido fã dos quadrinhos na sua infância a assistir junto com seus pequenos a mais encantadora obra brasileira para o público infantil. Se você tiver sido fã, se prepare para se emocionar que ele vai te fazer voltar no tempo Uma direção primorosa, onde tudo é feito com um carinho imenso e a escolha das crianças é irretocável (fiquem atentos à "Magali". O texto não a beneficia tanto, mas aquela menina é talento. Aguardem e me cobrem). Sem mencionar a cena do Rodrigo Santoro que te tira do chão, além de outras coisas tão divertidas, adequadas ao gênero e respeitosas com quem é fã. Easter eggs dos quadrinhos, participações e aparições simplesmente acabaram comigo que fui alfabetizado com o gibi. O filme só me perdeu em dois momentos que considerei escolhas erradas no roteiro, mas no geral consegue mostrar o "nosso universo Marvel", nossos heróis brasileiros criados pelo nosso "Stan Lee" Mauricio de Sousa. Obrigado por marcar a minha vida e 30 anos depois fazer esse filme! Nota 9,5 TUDO O QUE TIVEMOS
Um drama preciso, belo e necessário. É bom ver o talento de Hillary Swank de volta. Ela e Michael Shannon estão formidáveis. É agradável o tempo todo: Apesar do gênero costumar ser carregado e denso, o filme não te cansa. O desenrolar dos acontecimentos deixa umas pequenas pontas soltas, apesar de quase tudo ser maravilhosamente didático. A produção no geral não é tão caprichada quanto poderia, mas tudo passa com uma história bonita feita para todas as pessoas. Encara dramas familiares com franqueza e sensibilidade. Um filme escondido de 2019 que vale assistir. Nota 8
CONSEQUÊNCIAS:

É bom saber que Ridley Scott ainda tem uma boa mão para outros projetos em lugar de seguir insistindo com a franquia do Alien. A história é historicamente denunciante e humanamente legítima. Trabalha problemas antigos mas tão atuais tanto na vida privada quanto na sociedade. A exploração das camadas dos personagens é impecável mas alguns desenlaces seguem meio simplórios, perdem a gravidade e as coisas caminham para um desfecho fraco. Keira Knightley está ótima, o que é meio redundante, só que não é o suficiente para levar um filme é bom, mas que não impressiona. Nota 5,5. ODE TO JOY:
Levemente divertido. A proposta do plot é muito interessante, mas o filme não atinge o potencial. Tudo na produção soa meio preguiçoso e apressado. O produto final é raso e o roteiro entrega soluções meio estranhas. Decepciona um pouco ver Morena Baccarin e Martin Freeman numa comédia razoável que tinha tudo para ser ótima. Destaque para a participação de Melissa Rauch que você mal reconhece de tão boa no papel coadjuvante. O filme não chega a ser ruim mas promete e não entrega. Nota 5.
AFTER
Fraco. Fracassa como drama e te passa sensação de que é um filme dos anos 90 que já assistiu. A história é simples como um episódio de Malhação e sequer atende bem ao público jovem que se propõe. Além de caminhar até a conclusão de um jeito morno e desleixado, as soluções da trama são muito previsíveis em um texto sem intensidade. Não é a pior coisa do mundo, mas é um filme sem originalidade e esquecível. Acredito muito que o livro seja melhor. Nota 3.
OBSESSÃO:
Esplêndido!!! A coisa mais linda de 2019! Traz uma montagem criativa quase lúdica. Uma comédia romântica com um raro e perfeito equilíbrio para o gênero. É possível passar quase 70% do filme com um sorriso largo no rosto, e por razões diferentes que provoca. Um roteiro tão puro e desinteressado que mais parece um clássico dos anos 80, só que ao mesmo tempo contemporâneo. Faz o coração palpitar. Um entretenimento necessário para a cultura pop e presta uma homenagem de apertar a garganta. Nota 10 BRINQUEDO ASSASSINO:
Fraco. Uma grande oportunidade de renovar uma franquia que havia perdido o peso há quase duas décadas, quando deixou de se levar a sério. O plot e a origem do boneco foram revistadas de forma excelente e também não há o que dizer do elenco que está ótimo, com destaque para a voz de Mark Hammil como Chucky que é a melhor coisa do filme. No entanto, não acerta o tom: ora quer ser um Quest infanto-juvenil semelhante a IT, ora traz violência pesada e grotesca, e eventualmente desliza em tiradas ridículas fora de sintonia que arruinaram a franquia no passado. Um remake com tudo para ser incrível, mas lamentavelmente feito do jeito errado. Nota 4,5 CEMITÉRIO MALDITO
Quando você assiste um remake de um filme que só viu uma vez na infância e te deixou impressionado, é natural que te desperte algumas expectativas. Por incrível que pareça consegue surpreender, não só porque traz mudanças na história original,mas porque consegue ser algo ótimo de se ver e impressionantemente bom. Tudo no roteiro é feito minuciosamente para te provocar sentimentos acentuados com o desenrolar da trama. O redesenho consegue manter aquele conhecido horror na medida certa de Stephen King e o elenco entrega de forma muito convincente. A atuação da menininha Jeté Lawrence é de cair o queixo, porque a criança arrebenta. Caminha para a conclusão de um jeito meio abrupto e compromete um terceiro ato quase perfeito, mas um grande filme. Nota 8.
ANИA: O PERIGO TEM NOME
Sensacional!!! O filme de ação do ano. Uma história arrebatadora num roteiro não linear feito com absoluta precisão. O filme brinca com suas expectativas enquanto te rouba o fôlego. Nesta rara combinação para o gênero traz um trabalho de direção muito difícil de se ver. Quando você pensa que está chegando um clichê, ele joga na sua cara mais uma grande ideia. Fui agradavelmente enganado, embora uma cena tenha sido bem desnecessária a meu ver, mas passa. O tipo de longa para marcar época e o início de uma franquia de sucesso. Filmaço!!! Nota 9,5.
AMOR EM LITTLE ITALY
Legalzinho. O tipo de filme que tem perdido espaço para as grandes produções mas que não pode faltar ao menos uma vez por ano nos cinemas. Um texto bobinho, bem clichezão mas a obra não se pretende ser mais do que isso e tudo bem. Quando insinua um movimento diferente, o roteiro volta à zona de conforto. Só foi chato relembrar o quão Hayden Chrystensen é um ator fraco e ver que não evoluiu nada desde "Star Wars - A Vingança dos Sith". Um filme alegre para uma tarde de Sábado, então o mundo da sétima arte não pode deixar isso morrer. As próximas gerações agradecem. Nota 6.
JUNTOS PARA SEMPRE:
Filme de cachorro sempre emociona mesmo quando não é tão bom. O texto é bobinho, mas acaba cativando com outros elementos. Um filme muito agradável de se ver, com algumas reflexões sobre a vida e a morte que vão além do viés religioso contido da trama, o que é bom. É legal ver uma sequência que mantém a qualidade do primeiro filme e não deve nada aos apreciadores do gênero. Algumas coisas são meio forçadas no roteiro, mas você não liga e acaba aceitando como licença poética. Vale a pena. Nota 7
HOMEM ARANHA; LONGE DE CASA:
Ótimo! A Disney ainda domina o mercado de um jeito difícil de superar. Quando a receita Marvel já dava indícios de um início de saturação após VINGADORES, entregam um filme muito gostoso e criativo do Homem-Aranha para limpar o paladar dos eventos dramáticos recentes, e com sinais de novas propostas a caminho. É admirável o carinho e o respeito que tratam o carro-chefe da franquia. O personagem mais amado da Marvel teve um filme á altura como não se via desde o "Homem Aranha 2" do Sam Raimi. Consegue ser divertido com uma história agradabilíssima de se ver, o que consolida o produto Marvel Studios como a melhor experiência para o cinema na atualidade. Assume com coragem o perfil teen do herói mas é maravilhoso para todas as idades, mesmo não se levando tão a sério, o que é quase um feito artístico. Falha em alguns momentos que pretende apenas jogar as coisas na tela como se todos os telespectadores fossem fãs hardcore, erro que já cometem há alguns filmes, mas passa batido, além de trazer uma ou outra solução meio preguiçosa na trama, evitando consequências maiores para os próximos longas lidarem, o que é ruim. Mas no geral, recomendado para todas as idades. Tal como Shazam, um filme FELIZ, só que melhor! Nota 9 TOY STORY 4
Depois da obra prima que foi o terceiro filme e do desfecho que teve, parecia meio forçado mais um Toy Story, só que o roteiro é tão bom que justifica o risco assumido pela Pixar. De fato a franquia é muito gostosa, então imagino que seja muito difícil para quem criou encerrar de vez a "brincadeira". Consegue a façanha de trazer algo emocionante; é lindo como sempre mas perde pelo desgaste natural. Faz chorar, mas por motivos muito parecidos com os de sempre, o que não o torna uma obra ruim. É formidável! Uma aventura de primeira para rir, se divertir e se encantar. Apaixona crianças e adultos de novo, mas passa uma rápida e leve sensação de que não há mais o que explorar. Nota 8 CORINGA
Levei um bom tempo processando tudo o que vi. Não é fácil avaliar um filme tão denso e rompedor de paradigmas. E é justamente por ser capaz de provocar isso que é um filme brilhante. Não é tão simples entrar na mente doente do vilão mais perverso da DC, coisa que "O Cavaleiro das Trevas" fez mas nem chegou perto do impacto causado. Não é um filme fácil de assistir, porque é carregado de tantas camadas de crítica social, perturbação mental e inquietação que é capaz de bagunçar um pouco, e por isso um filme contra-indicado para crianças, não por cenas de violência em si, mas por essa profundidade conceitual que invade sem pedir licença. Esse tipo de coisa são raros filmes que conseguem. Até a forma controversa como foi recebido pelo público prova que não se trata de algo simples, mas muito forte e autoral. É esteticamente formidável e Joaquim Phoenix está simplesmente soberbo no papel. Nota 10.
LOUCURA DO TEMPO:
Senti-me na obrigação de assistir porque me apaixonei pelo plot. Em alguns momentos consegue ser maravilhoso, mas oscila com as cenas que são estragadas com inserções desnecessárias no roteiro. Tornam o que poderia ser o filme mais legal da cultura pop feito para o gênero de Romance, mas perderam a mão. Não passa a ser um filme ruim, mas uma decepção por conta do imenso potencial que tinha. Asa Butterfeld não absorve o arco dramático do personagem direito enquanto Sophie Turner faz o que pode. Uma pena. Nota 6,5 O REI LEÃO:
Grandioso! A computação gráfica é a coisa mais sensacional que já fizeram para o cinema e consegue superar o "Mogli" que já havia atingido um nível de perfeição assustador. O filme faz algumas inserções pontuais mas não tem coragem de mexer em quase nada do clássico original, o que é compreensível. Mata a saudade, emociona mas se assume como uma releitura. Mostra que era impossível mexer numa história tão icônica. Entrega o que promete,o que já é bastante coisa, mas não é o melhor dessa nova fase de live-actions. Nota 8.
Bom, mas apenas bom. Nada justifica a duração de 2h50 que arrasta a história de maneira desnecessária. Conseguem tornar em alguns momentos uma história tão brilhante de Stephen King numa coisa enfadonha. Mais uma vez o entrosamento do elenco é o ponto forte e os adultos entregam o recado fazendo maravilhosamente os papéis das crianças do primeiro filme. Adicionam algumas coisas meio estranhas que te tiram da trama e a computação gráfica é exagerada, coisa que o primeiro filme nem o telefilme de 1990 precisaram para serem ótimos. O clube dos perdedores está cativante, mas eu esperava mais. Nota 6,5
Constrangedor. A coisa mais sofrível de 2019. É Comédia mas você não ri. Foi produzido com muito dinheiro mas é pobre. Precisei de quase 3 meses para assistir à prestação, senão não rolava. O grande mistério é saber como convenceram Anne Hattaway, uma atriz consagrada e Rebel Wilson em plena ascensão de carreira a aceitarem aquele roteiro horroroso. Nota 1.
Eletrizante! Uma produção de primeira que já desponta sozinha como um derivado forte e independente da franquia. As cenas de ação são maravilhosas e a dinâmica da dupla é muito divertida. Um blockbuster de altíssima qualidade para ver e rever. Claro que o texto clichê e sem peso era esperado mas poderiam ter caprichado um pouquinho mais. Nota 8,5
NETFLIX E FILMES INDEPENDENTES

CAN YOU KEEP A SECRET? Péssima adaptação. Não funciona nem como comédia nem como filme romântico. Nota 2.
MEU ETERNO TALVEZ: Agradável de se ver. Ali Wong é um talento e consegue fazer bom proveito de uma produção barata com boas tiradas e uma história satisfatória para o gênero, mas é só. Nota 6,5
MEGARRROMÂNTICO: O tipo de filme que a Netflix ainda não aprendeu a fazer do jeito certo. Quando você pensa que está prestes a ver uma das melhores coisas do ano, perde o fôlego. Nota 5.
BLACK MIRROR; BANDERSNATCH: Levemente decepcionante. A experiência com a tecnologia interativa é de cair o queixo, mas a história deixa desejar porque gera expectativas muito maiores. Além de inserções no roteiro bem forçadas e desnecessárias. É bom, mas não alimente muito o seu hype. Nota 6
A MÚSICA DA MINHA VIDA: Uma bonita adaptação de uma história alegre e bem interessante. A caracterização e o figurino dos anos 80 é maravilhosa, além da precisa ambientação social e cultural, mas o roteiro é displicente. Não consegue amarrar os acontecimentos de um modo interessante nem criativo e estraga algo quer tinha um bom potencial, deixando o filme enfadonho em muitos momentos e totalmente incapaz de prender o público juvenil que poderia atender. Traz belas reflexões sobre a vida, até faz chorar, e consegue ser uma obra pura de coração, o que é coisa rara em nossos dias, mas a produção foca demais em fazer um filme para agradar os fãs de Bruce Springstein, o que é muito pouco, mas apesar de tudo consegue ainda valer a pena. Nota 7
WE ARE GATHERED HERE: (Ainda sem título oficial para o Brasil). Um dos melhores roteiros do ano. Confesso que é o tipo de plot que eu esperava um dia assistir realizado, mas um filme feito para quem está com cabeça para prestar atenção às sutilezas do texto. A produção de modo geral não é caprichada quanto deveria e o elenco compromete o filme porque consegue ser competente nas tiradas cômicas e nem tanto nas dramáticas. No geral é uma ideia que você compra, uma história cativante e os personagens te ganham. Não é tarefa fácil conquistar a atenção com mais de uma hora em um único cenário, mas a obra possui uma dinâmica teatral que torna isso possível. Nota 6
O MENINO QUE DESCOBRIU O VENTO: Magnífico! O que dizer de uma adaptação tão sensível e sincera? O filme me levou de volta para a África e bagunçou minhas sensações positivamente, porque também leva ao continente quem nunca esteve lá. É para toda família! Prepare-se para ser tocado pela obra mais cativante do ano da Netflix. Nota 10
AMOR EM OBRAS: Legalzinho, mas fraco. Consegue a façanha de ganhar um pouco da sua atenção com uma história bobinha e clichê, o que é muito difícil. Mas a Netflix podia ser menos sovina e gastar um dinheiro maior nessas produções, porque não é só no fim do ano que o assinante quer ver filmes de qualidade. Nota 4,5
MISTÉRIO NO MEDITERRÂNEO: Surpreendentemente bom. Não a toa foi uma das maiores audiências da Netflix em 2019. Embora Adam Sandler não consiga se reinventar no seu humor, as tiradas não são ruins, só um pouco constrangedoras às vezes, mas uma história gostosa que não deve nada às grandes produções do gênero fora do streaming. Sem grandes surpresas nem profundidade, mas entrega dentro do que propõe. Nota 7.
A LAVANDERIA: Bom, mas levemente decepcionante. Uma produção tão cara com tantas estrelas como Meryl Streep, Gary Oldman e Antonio Banderas merecia um roteiro melhor. O tema é necessário e interessante, mas a ideia é mal executada, a proposta fica confusa em alguns momentos, tal como a apresentação do assunto central, que não deixa o telespectador se envolver emocionalmente como deveria. Só não passa de filme bom para regular porque funciona como uma denúncia brilhante e o elenco não deixa a peteca cair precisando compensar uma direção fraca. Nota 7.
ARCO-ÍRIS DO AMOR: Pense em todos os clichês de comédia romântica possíveis e imagináveis. A Hallmark pegou tudo e colocou nesse filme. Nota 3.
MEU NOME É DOLEMITE: A proposta é excelente, o roteiro é muito bom, mas Eddie Murphy definitivamente perdeu a mão para as tiradas de humor. Jogou fora uma grande oportunidade de entregar um filme maravilhoso que fosse uma marco para a comunidade afrodescendente relatando uma história real. Possui alguns momentos agradáveis, mas em outros chega a ser grotesco e estraga a experiência, que deveria ter sido feita para um público de classificação menor. Poderia ter feito algo mais leve que atingisse crianças e adolescentes, mas foi apelativo como tem sido nos últimos 20 anos. A narrativa ficou muito parecida com "O artista do desastre", só que piorada. Nota 3
LATE NIGHT: Lindamente surpreendente!Começa despretensioso mas depois se apresenta como uma das propostas mais gostosas da Amazon. Um baile de interpretação de Emma Thompson e outras surpresas bem agradáveis. Ótimas reflexões sobre a vida adulta e a sociedade de hoje. Vale a pena. Nota 8
DEIXE A NEVE CAIR: Confesso que fiquei animado com o elenco jovem que reuniram. Uma garotada muito talentosa que não deixa a desejar na hora do filme, mas a rigor é isso que entrega. A adaptação é muito fraca, os acontecimentos não encantam e é uma verdadeira salada: a ideia central é uma mera desculpa e tudo é meio truncado. Nem parece que foi tirado de um livro. Além de não apresentar muitas surpresas e não trazer nada de especial em um roteiro sem graça. Nota 4,5
THE FAREWELL: Lindo é uma palavra pequena para definir esse filme! Que roteiro maravilhoso e impecável! A história ganha seu coração com a força de sua simplicidade e é por isso que é brilhante! Uma riqueza de cultura e sensibilidade que emociona, diverte e provoca sentimentos muito agradáveis. É puro, preciso e cativante do início ao fim. Nota 10
RESGATE DO CORAÇÃO: Fraco, clichê, previsível, mas não chega a ser uma perda de tempo. O tipo de filme que ainda precisa existir. Nota 5.
Levemente divertido. A proposta do plot é muito interessante, mas o filme não atinge o potencial. Tudo na produção soa meio preguiçoso e apressado. O produto final é raso e o roteiro entrega soluções meio estranhas. Decepciona um pouco ver Morena Baccarin e Martin Freeman numa comédia razoável que tinha tudo para ser ótima. Destaque para a participação de Melissa Rauch que você mal reconhece de tão boa no papel coadjuvante. O filme não chega a ser ruim mas promete e não entrega. Nota 5. AFTER
Fraco. Fracassa como drama e te passa sensação de que é um filme dos anos 90 que já assistiu. A história é simples como um episódio de Malhação e sequer atende bem ao público jovem que se propõe. Além de caminhar até a conclusão de um jeito morno e desleixado, as soluções da trama são muito previsíveis em um texto sem intensidade. Não é a pior coisa do mundo, mas é um filme sem originalidade e esquecível. Acredito muito que o livro seja melhor. Nota 3.OBSESSÃO:

Assustadoramente eletrizantel!!! Um thriller de suspense pra ninguém botar defeito. Os acontecimentos vão te levando e você simplesmente prende a respiração várias vezes do segundo ato em diante. A melhor coisa feita para o gênero desde "Garota Exemplar", quando parecia que nenhuma outra produção seria capaz de surpreender, e esta obra é de deixar qualquer um boquiaberto. O Roteiro quase impecável e não te tira da frente da tela em nenhum momento. Só umas duas pontas soltas quebram um pouco a pegada, mas acaba passando. Chloe Moretz entra de vez para o time das grandes atrizes jovens, pois está ótima como sempre, sem mencionar o que Isabelle Hupert faz como vilã. É simplesmente um assombroso filmaço! Nota 9.
Fraco. Uma grande oportunidade de renovar uma franquia que havia perdido o peso há quase duas décadas, quando deixou de se levar a sério. O plot e a origem do boneco foram revistadas de forma excelente e também não há o que dizer do elenco que está ótimo, com destaque para a voz de Mark Hammil como Chucky que é a melhor coisa do filme. No entanto, não acerta o tom: ora quer ser um Quest infanto-juvenil semelhante a IT, ora traz violência pesada e grotesca, e eventualmente desliza em tiradas ridículas fora de sintonia que arruinaram a franquia no passado. Um remake com tudo para ser incrível, mas lamentavelmente feito do jeito errado. Nota 4,5 CEMITÉRIO MALDITO
Quando você assiste um remake de um filme que só viu uma vez na infância e te deixou impressionado, é natural que te desperte algumas expectativas. Por incrível que pareça consegue surpreender, não só porque traz mudanças na história original,mas porque consegue ser algo ótimo de se ver e impressionantemente bom. Tudo no roteiro é feito minuciosamente para te provocar sentimentos acentuados com o desenrolar da trama. O redesenho consegue manter aquele conhecido horror na medida certa de Stephen King e o elenco entrega de forma muito convincente. A atuação da menininha Jeté Lawrence é de cair o queixo, porque a criança arrebenta. Caminha para a conclusão de um jeito meio abrupto e compromete um terceiro ato quase perfeito, mas um grande filme. Nota 8. ANИA: O PERIGO TEM NOME
Sensacional!!! O filme de ação do ano. Uma história arrebatadora num roteiro não linear feito com absoluta precisão. O filme brinca com suas expectativas enquanto te rouba o fôlego. Nesta rara combinação para o gênero traz um trabalho de direção muito difícil de se ver. Quando você pensa que está chegando um clichê, ele joga na sua cara mais uma grande ideia. Fui agradavelmente enganado, embora uma cena tenha sido bem desnecessária a meu ver, mas passa. O tipo de longa para marcar época e o início de uma franquia de sucesso. Filmaço!!! Nota 9,5.
AMOR EM LITTLE ITALY
Legalzinho. O tipo de filme que tem perdido espaço para as grandes produções mas que não pode faltar ao menos uma vez por ano nos cinemas. Um texto bobinho, bem clichezão mas a obra não se pretende ser mais do que isso e tudo bem. Quando insinua um movimento diferente, o roteiro volta à zona de conforto. Só foi chato relembrar o quão Hayden Chrystensen é um ator fraco e ver que não evoluiu nada desde "Star Wars - A Vingança dos Sith". Um filme alegre para uma tarde de Sábado, então o mundo da sétima arte não pode deixar isso morrer. As próximas gerações agradecem. Nota 6.JUNTOS PARA SEMPRE:
Filme de cachorro sempre emociona mesmo quando não é tão bom. O texto é bobinho, mas acaba cativando com outros elementos. Um filme muito agradável de se ver, com algumas reflexões sobre a vida e a morte que vão além do viés religioso contido da trama, o que é bom. É legal ver uma sequência que mantém a qualidade do primeiro filme e não deve nada aos apreciadores do gênero. Algumas coisas são meio forçadas no roteiro, mas você não liga e acaba aceitando como licença poética. Vale a pena. Nota 7HOMEM ARANHA; LONGE DE CASA:
Ótimo! A Disney ainda domina o mercado de um jeito difícil de superar. Quando a receita Marvel já dava indícios de um início de saturação após VINGADORES, entregam um filme muito gostoso e criativo do Homem-Aranha para limpar o paladar dos eventos dramáticos recentes, e com sinais de novas propostas a caminho. É admirável o carinho e o respeito que tratam o carro-chefe da franquia. O personagem mais amado da Marvel teve um filme á altura como não se via desde o "Homem Aranha 2" do Sam Raimi. Consegue ser divertido com uma história agradabilíssima de se ver, o que consolida o produto Marvel Studios como a melhor experiência para o cinema na atualidade. Assume com coragem o perfil teen do herói mas é maravilhoso para todas as idades, mesmo não se levando tão a sério, o que é quase um feito artístico. Falha em alguns momentos que pretende apenas jogar as coisas na tela como se todos os telespectadores fossem fãs hardcore, erro que já cometem há alguns filmes, mas passa batido, além de trazer uma ou outra solução meio preguiçosa na trama, evitando consequências maiores para os próximos longas lidarem, o que é ruim. Mas no geral, recomendado para todas as idades. Tal como Shazam, um filme FELIZ, só que melhor! Nota 9 TOY STORY 4
Depois da obra prima que foi o terceiro filme e do desfecho que teve, parecia meio forçado mais um Toy Story, só que o roteiro é tão bom que justifica o risco assumido pela Pixar. De fato a franquia é muito gostosa, então imagino que seja muito difícil para quem criou encerrar de vez a "brincadeira". Consegue a façanha de trazer algo emocionante; é lindo como sempre mas perde pelo desgaste natural. Faz chorar, mas por motivos muito parecidos com os de sempre, o que não o torna uma obra ruim. É formidável! Uma aventura de primeira para rir, se divertir e se encantar. Apaixona crianças e adultos de novo, mas passa uma rápida e leve sensação de que não há mais o que explorar. Nota 8 CORINGALevei um bom tempo processando tudo o que vi. Não é fácil avaliar um filme tão denso e rompedor de paradigmas. E é justamente por ser capaz de provocar isso que é um filme brilhante. Não é tão simples entrar na mente doente do vilão mais perverso da DC, coisa que "O Cavaleiro das Trevas" fez mas nem chegou perto do impacto causado. Não é um filme fácil de assistir, porque é carregado de tantas camadas de crítica social, perturbação mental e inquietação que é capaz de bagunçar um pouco, e por isso um filme contra-indicado para crianças, não por cenas de violência em si, mas por essa profundidade conceitual que invade sem pedir licença. Esse tipo de coisa são raros filmes que conseguem. Até a forma controversa como foi recebido pelo público prova que não se trata de algo simples, mas muito forte e autoral. É esteticamente formidável e Joaquim Phoenix está simplesmente soberbo no papel. Nota 10.
LOUCURA DO TEMPO:

Senti-me na obrigação de assistir porque me apaixonei pelo plot. Em alguns momentos consegue ser maravilhoso, mas oscila com as cenas que são estragadas com inserções desnecessárias no roteiro. Tornam o que poderia ser o filme mais legal da cultura pop feito para o gênero de Romance, mas perderam a mão. Não passa a ser um filme ruim, mas uma decepção por conta do imenso potencial que tinha. Asa Butterfeld não absorve o arco dramático do personagem direito enquanto Sophie Turner faz o que pode. Uma pena. Nota 6,5 O REI LEÃO:
Grandioso! A computação gráfica é a coisa mais sensacional que já fizeram para o cinema e consegue superar o "Mogli" que já havia atingido um nível de perfeição assustador. O filme faz algumas inserções pontuais mas não tem coragem de mexer em quase nada do clássico original, o que é compreensível. Mata a saudade, emociona mas se assume como uma releitura. Mostra que era impossível mexer numa história tão icônica. Entrega o que promete,o que já é bastante coisa, mas não é o melhor dessa nova fase de live-actions. Nota 8.
IT - CAPÍTULO 2:
Bom, mas apenas bom. Nada justifica a duração de 2h50 que arrasta a história de maneira desnecessária. Conseguem tornar em alguns momentos uma história tão brilhante de Stephen King numa coisa enfadonha. Mais uma vez o entrosamento do elenco é o ponto forte e os adultos entregam o recado fazendo maravilhosamente os papéis das crianças do primeiro filme. Adicionam algumas coisas meio estranhas que te tiram da trama e a computação gráfica é exagerada, coisa que o primeiro filme nem o telefilme de 1990 precisaram para serem ótimos. O clube dos perdedores está cativante, mas eu esperava mais. Nota 6,5
AS TRAPACEIRAS
Constrangedor. A coisa mais sofrível de 2019. É Comédia mas você não ri. Foi produzido com muito dinheiro mas é pobre. Precisei de quase 3 meses para assistir à prestação, senão não rolava. O grande mistério é saber como convenceram Anne Hattaway, uma atriz consagrada e Rebel Wilson em plena ascensão de carreira a aceitarem aquele roteiro horroroso. Nota 1.NETFLIX E FILMES INDEPENDENTES

CAN YOU KEEP A SECRET? Péssima adaptação. Não funciona nem como comédia nem como filme romântico. Nota 2.
MEU ETERNO TALVEZ: Agradável de se ver. Ali Wong é um talento e consegue fazer bom proveito de uma produção barata com boas tiradas e uma história satisfatória para o gênero, mas é só. Nota 6,5
MEGARRROMÂNTICO: O tipo de filme que a Netflix ainda não aprendeu a fazer do jeito certo. Quando você pensa que está prestes a ver uma das melhores coisas do ano, perde o fôlego. Nota 5.
BLACK MIRROR; BANDERSNATCH: Levemente decepcionante. A experiência com a tecnologia interativa é de cair o queixo, mas a história deixa desejar porque gera expectativas muito maiores. Além de inserções no roteiro bem forçadas e desnecessárias. É bom, mas não alimente muito o seu hype. Nota 6
A MÚSICA DA MINHA VIDA: Uma bonita adaptação de uma história alegre e bem interessante. A caracterização e o figurino dos anos 80 é maravilhosa, além da precisa ambientação social e cultural, mas o roteiro é displicente. Não consegue amarrar os acontecimentos de um modo interessante nem criativo e estraga algo quer tinha um bom potencial, deixando o filme enfadonho em muitos momentos e totalmente incapaz de prender o público juvenil que poderia atender. Traz belas reflexões sobre a vida, até faz chorar, e consegue ser uma obra pura de coração, o que é coisa rara em nossos dias, mas a produção foca demais em fazer um filme para agradar os fãs de Bruce Springstein, o que é muito pouco, mas apesar de tudo consegue ainda valer a pena. Nota 7
WE ARE GATHERED HERE: (Ainda sem título oficial para o Brasil). Um dos melhores roteiros do ano. Confesso que é o tipo de plot que eu esperava um dia assistir realizado, mas um filme feito para quem está com cabeça para prestar atenção às sutilezas do texto. A produção de modo geral não é caprichada quanto deveria e o elenco compromete o filme porque consegue ser competente nas tiradas cômicas e nem tanto nas dramáticas. No geral é uma ideia que você compra, uma história cativante e os personagens te ganham. Não é tarefa fácil conquistar a atenção com mais de uma hora em um único cenário, mas a obra possui uma dinâmica teatral que torna isso possível. Nota 6
O MENINO QUE DESCOBRIU O VENTO: Magnífico! O que dizer de uma adaptação tão sensível e sincera? O filme me levou de volta para a África e bagunçou minhas sensações positivamente, porque também leva ao continente quem nunca esteve lá. É para toda família! Prepare-se para ser tocado pela obra mais cativante do ano da Netflix. Nota 10
AMOR EM OBRAS: Legalzinho, mas fraco. Consegue a façanha de ganhar um pouco da sua atenção com uma história bobinha e clichê, o que é muito difícil. Mas a Netflix podia ser menos sovina e gastar um dinheiro maior nessas produções, porque não é só no fim do ano que o assinante quer ver filmes de qualidade. Nota 4,5
MISTÉRIO NO MEDITERRÂNEO: Surpreendentemente bom. Não a toa foi uma das maiores audiências da Netflix em 2019. Embora Adam Sandler não consiga se reinventar no seu humor, as tiradas não são ruins, só um pouco constrangedoras às vezes, mas uma história gostosa que não deve nada às grandes produções do gênero fora do streaming. Sem grandes surpresas nem profundidade, mas entrega dentro do que propõe. Nota 7.
A LAVANDERIA: Bom, mas levemente decepcionante. Uma produção tão cara com tantas estrelas como Meryl Streep, Gary Oldman e Antonio Banderas merecia um roteiro melhor. O tema é necessário e interessante, mas a ideia é mal executada, a proposta fica confusa em alguns momentos, tal como a apresentação do assunto central, que não deixa o telespectador se envolver emocionalmente como deveria. Só não passa de filme bom para regular porque funciona como uma denúncia brilhante e o elenco não deixa a peteca cair precisando compensar uma direção fraca. Nota 7.
ARCO-ÍRIS DO AMOR: Pense em todos os clichês de comédia romântica possíveis e imagináveis. A Hallmark pegou tudo e colocou nesse filme. Nota 3.
MEU NOME É DOLEMITE: A proposta é excelente, o roteiro é muito bom, mas Eddie Murphy definitivamente perdeu a mão para as tiradas de humor. Jogou fora uma grande oportunidade de entregar um filme maravilhoso que fosse uma marco para a comunidade afrodescendente relatando uma história real. Possui alguns momentos agradáveis, mas em outros chega a ser grotesco e estraga a experiência, que deveria ter sido feita para um público de classificação menor. Poderia ter feito algo mais leve que atingisse crianças e adolescentes, mas foi apelativo como tem sido nos últimos 20 anos. A narrativa ficou muito parecida com "O artista do desastre", só que piorada. Nota 3
LATE NIGHT: Lindamente surpreendente!Começa despretensioso mas depois se apresenta como uma das propostas mais gostosas da Amazon. Um baile de interpretação de Emma Thompson e outras surpresas bem agradáveis. Ótimas reflexões sobre a vida adulta e a sociedade de hoje. Vale a pena. Nota 8
DEIXE A NEVE CAIR: Confesso que fiquei animado com o elenco jovem que reuniram. Uma garotada muito talentosa que não deixa a desejar na hora do filme, mas a rigor é isso que entrega. A adaptação é muito fraca, os acontecimentos não encantam e é uma verdadeira salada: a ideia central é uma mera desculpa e tudo é meio truncado. Nem parece que foi tirado de um livro. Além de não apresentar muitas surpresas e não trazer nada de especial em um roteiro sem graça. Nota 4,5
THE FAREWELL: Lindo é uma palavra pequena para definir esse filme! Que roteiro maravilhoso e impecável! A história ganha seu coração com a força de sua simplicidade e é por isso que é brilhante! Uma riqueza de cultura e sensibilidade que emociona, diverte e provoca sentimentos muito agradáveis. É puro, preciso e cativante do início ao fim. Nota 10
RESGATE DO CORAÇÃO: Fraco, clichê, previsível, mas não chega a ser uma perda de tempo. O tipo de filme que ainda precisa existir. Nota 5.








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